Quinze anos a transformar land banking em bairro entregue, com portaria, asfalto, praça e gente morando. Cinco praças em três estados — e a conta de cada uma aberta, do primeiro clique à escritura.
A diferença entre um loteamento no papel e um bairro que funciona são as coisas que ninguém fotografa: a rede de drenagem, a sinalização horizontal, o poste que acende na primeira noite. É onde gastamos os quinze anos.
No New Golden Ville, todas as praças são construídas pela própria loteadora — playground, espaço zen, área fitness e monitorização em todo o bairro. Não é cláusula de contrato futuro. É obra feita.
Sinalização horizontal nas vias de acesso — infraestrutura executada, não prometida.
Cada empreendimento mostra em que fase está. Onde já se compra, há espelho de lotes e reserva. Onde ainda não abriu, há fila com posição — e nada mais, porque a lei não permite prometer parcela de loteamento não registado.
Escolhemos praça antes de escolher terreno. Formosa pela natureza e pelo aeroporto de 1 800 m. Gaspar pelo vale e pela hora de distância do litoral. O Triângulo Mineiro pela economia que não depende de uma só indústria.
Reconhecida no entorno de Brasília como uma das cidades mais tranquilas e economicamente sustentáveis. Berço de sítios arqueológicos e destino de ecoturismo.
Cerca de 67 mil habitantes numa das cidades que mais crescem em Santa Catarina, em uma das principais rotas turísticas do país.
Sete minutos sobre a Start City de Formosa — a primeira do Brasil. Sem locução de venda: obra, praça e as pessoas que já moram.
Seis frentes. As três primeiras são para empresas que precisam de metro quadrado com prazo e projeto. As três últimas são para quem compra, mora ou investe.
Corretor, imobiliária, parceiro e indicador entram pelo mesmo caminho — e nenhum recebe carteira antes de passar por ele. Não é burocracia: é o que faz o cliente ouvir a mesma informação de qualquer pessoa da rede.
Atendimento humano em horário comercial. Fora dele, agendamos — não prometemos retorno que não podemos cumprir.